segunda-feira, 31 de julho de 2017

Salvador: 1ª Capital do Brasil!

Foto: Max Haack/ AgecomFoto: Max Haack/ AgecomFoto: Max Haack/ AgecomFoto: Max Haack/ AgecomFoto: Max Haack/ AgecomFoto: Max Haack/ AgecomFoto: Max Haack/ AgecomFoto: Max Haack/ AgecomFoto: Max Haack/ AgecomVerão é uma das estações em que a capital baiana mais recebe turistas. E para se sentir mais a vontade, conheça um pouco da história desta cidade que foi a primeira capital do Brasil e é conhecida por suas belezas naturais que atraem todos os anos milhares de visitantes. Ela foi fundada sobre uma colina em 29 de março de 1549 por Tomé de Souza, primeiro governador-geral do Brasil. Salvador foi capital brasileira por 214 anos, entre 1549 e 1763. Sua escolha foi determinada pela posição estratégica que a Baía de Todos os Santos representava para os navegadores portugueses, já que por ali escoava a maior parte do pau-brasil extraído. A cidade tornou-se um porto de apoio às navegações para o Oriente e também porto exportador de açúcar, já que a cana-de-açúcar era cultivada no Recôncavo Baiano e na Zona da Mata do Nordeste. A exploração do ouro e das pedras preciosas, a partir do século XVIII, e a necessidade de escoamento e fiscalização da extração, levaram à transferência da capital para o Rio de Janeiro, em 1763. E quando se fala em Salvador, o Pelourinho também se torna um dos protagonistas dessa história. Declarado Patrimônio Histórico da Humanidade pela Unesco em 1986, o bairro do Pelourinho é o conjunto mais valioso da arquitetura colonial brasileira. Com cerca de 3000 imóveis, o bairro que leva o nome do obsoleto tronco de pedra usado para açoitar negros, índios e foras-da-lei em geral, representa mais do que um estilo de construção. Ele é o símbolo da autoridade da Coroa portuguesa, que acreditava que a justiça era o principal atributo do governo.  Até o final do século XIX, o Pelourinho ostentou não só a autoridade do governo, mas também a nobreza da alta classe baiana: senhores de engenho, magistrados, médicos, professores. Com a decadência da produção do açúcar e com a chegada do comércio à cidade alta, o bairro mudou de perfil: as residências, abandonadas pelos seus antigos moradores, foram ocupadas por cortiços e por lojas comerciais. Abandonado, o Pelourinho chegou a perder 30 prédios por dia, que literalmente vinham abaixo. Hoje, restaurado, é o centro cultural e artístico da cidade. Em Salvador há ainda museus, como os de Arte Sacra e o de Arte Moderna; a Antiga Faculdade de Medicina, primeira escola do gênero no Brasil; o Elevador Lacerda que, com quatro cabines, interliga, desde 1930, o declive de 72 metros entre a praça Tomé de Souza, na Cidade Alta, e a praça Cairu, na Cidade Baixa; e o Mercado Modelo, com mais de 300 barracas onde se compra artesanato e arte baiana, ao lado de restaurantes e bares com comidas e bebidas típicas. A capital baiana também desenvolveu um dos mais bem sucedidos empreendimentos de assistência e educação a meninos de rua, o Projeto Axé. É por  estas  e muitas outras razões que se deve visitar Salvador-Bahia-Brasil, cidade da alegria, do carnaval, e também de muitos contrastes. E vale também conhecer outros pontos turísticos do estado como Porto Seguro, Ilhéus, Itacaré, Península de Maraú, Baía de Camamú, Barra Grande, Chapada Diamantina, Praia do Forte, Manque Seco e muitos outros belos lugares com bastante infraestrutura para recebê-los. Vem pra Bahia! (Clique na foto).
Fotos: Max Haack/ Agecom

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