quinta-feira, 13 de julho de 2017

Igreja de Sant’Ana: Restaurada!

Imagem da igreja de Sant'Ana do alto (Foto: Sidney/Divulgação)Igreja de Sant'Ana, que foi restaurada em Salvador (Foto: Alberto Lyra/Divulgação)Imagem de Sant'Ana da igreja que também foi restaurada na Bahia (Foto: Divulgação)Placa comemorativa que aponta que Irmã Dulce se tornou religiosa na igreja de Sant'Ana (Foto: Divulgação)Pintura do teto da igreja de Sant'Ana que foi restautada na Bahia (Foto: Divulgação)Existem 365 igrejas em Salvador, uma para cada dia do ano. Naquela época, tudo era motivo para se construir igrejas. O tempo passa e todas elas vão precisando de restauração para a preservação da história. Uma delas é igreja de Sant’Ana, com quase 300 anos de história. Ela foi reaberta no dia 5 de julho para que a concretização do projeto de restauração fosse apresentado à imprensa, após 11 anos de obras no templo religioso, localizado no bairro de Nazaré,  construído em 1747. As obras foram iniciadas em 2006, depois de serem encontrados problemas de infraestrutura no local, como vazamentos no telhado, água escorrendo, fiação exposta, escadas de acesso interditadas, partes do forro despencados e com risco de ruir. Tombada pelo Instituto de Patrimônio Histórico Nacional (Iphan), a igreja guarda tesouros no seu entorno, como os restos mortais da heroína da Independência da Bahia, Maria Quitéria. Sant'Ana faz parte também da vida de personagens que ajudaram a construir a história da Bahia. O pároco da igreja, Abel Pinheiro, conta que Irmã Dulce, a religiosa baiana, morava nos arredores da igreja e era assídua frequentadora do templo católico. Além disso, no templo há uma placa que informa que Irmã Dulce decidiu ingressar na vida religiosa na igreja de Sant'Ana. O processo de reforma e restauração da igreja, uma das principais referências do acervo sacro arquitetônico e histórico do estado da Bahia, trouxe novamente para o público sofisticados entalhes e de relíquias de pinturas assinadas por grandes nomes da época, como os pintores Franco Velasco, José Rodrigues Nunes e José da Costa Andrade. Velasco também pintou obras nas igrejas Ordem 3º de São Francisco e do Senhor Bonfim. Algumas partes da igreja foram totalmente recuperadas, como o altar de São Benedito, que em 2007 foi depredado por um adepto de uma igreja protestante. Só esta obra levou quase dois anos para ser recuperada. (Clique na foto).
Fotos e fonte:G1-Ba

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